domingo, 9 de dezembro de 2007

Visita do médico

No dia 16 de Novembro o grupo dos 5 anos recebeu a visita do Pai do Diogo.
Como médico, que é, este Pai veio alertar as crianças para os cuidados a ter nesta altura do ano não só com a saúde mas também quando se está doente: manter-se sempre agasalhado, lavar bem as mãos, ao tossir tapar a boa com a mão para não transmitir bactérias às pessoas que nos rodeiam.
Durante esta agradável conversa, as crianças foram questinando o Pai acerca dos instrumentos que são utilizados na consulta como por exemplo o estetoscópio. Sugerimos então ao senhor doutor que exemplificasse numa criança todos os passos que costuma dar numa consulta.
No fim, o Pai do Diogo entrou na brincadeira e aceitou o desafio de ser o médico dos bonecos que as crianças trouxeram propositadamente para a sua visita.
Assim, todos os bonecos foram "atendidos"pelo Senhor Doutor que se serviu da sua maleta para fazer uns quantos curativos nas pernas, nos braços, etc.
Esta visita serviu para desmistificar um pouco o receio que as crianças têm de ir ao médico e ao mesmo tempo perceber a importância e o trabalho desta profissão.


Multiculturalidade

Como já tivemos ocasião de referir, o projecto da sala do grupo dos 5 anos inclui o tema "multiculturalidade".
O objectivo da abordagem desta temática é o de incentivar nas crianças o desenvolvimento de atitudes democráticas, nomeadamente a aceitação de outras culturas, etnias, raças e tradições diferentes das nossas.
Assim, e cumprindo a promossa do nosso amigo "Miguel", o grupo recebeu a visita de outra amiga imaginária "a Sali", uma menina africana, que o "Miguel" tinha visitado aquando da sua ida a Angola. Esta personagem, tipicamente africana, cativou de imediato todo o grupo por ser diferente na cor da tez, no traje e na linguagem. Desde logo as crianças se interessaram por saber de onde vinha a "Sali", como era o seu país, o que mais gostava de fazer e quais os seus hábitos e costumes.
Com esta visita, o grupo ficou a conhecer um novo continente, África, e um país, Angola, a que uma menina do grupo se costumava referir muitas vezes porque tem o pai lá a trabalhar!
Deste modo, o grupo aprendeu algumas palavras em crioulo, ficou a conhecer como eram os trajes, a habitação autóctone (a cubata), a gastronomia, os animais e até as brincadeiras tradicionais, que são muito diferentes das suas.
As crianças compreenderam que a maior parte dos meninos africanos não têm a mesma facilidade de vida que elas têm e que dão muito valor ao que a natureza lhes dá.
Como agradecimento por terem sido tão atenciosos, a "Sali" dançou uma dança típica do seu país e propôs a pintura de máscaras africanas.



sábado, 24 de novembro de 2007

Aula de ginástica

Aqui estamos nós, grupo dos 5 anos, em grande actividade física.
De acordo com o nosso projecto de sala pretendemos contar com a participação dos pais, por isso, resolvemos desafiá-los a dinamizarem actividades connosco.
Assim, a mãe do Tomás Coelho foi a primeira a aceitar o nosso convite e propôs-nos uma aula de ginástica.
Aqui estamos nós a realizar vários exercícios: rebolar, saltar e subir. Estes exercícios foram diversificados e divertidos, por isso, mantivemos sempre o interesse e a motivação na realização dos mesmos, bem como o respeito pelas regras de jogo.
Foi uma experiência enriquecedora para nós, porque pudemos conhecer e conviver um pouco mais com a mãe do Tomás, saber o que faz no seu di-a-dia nas aulas com os seus alunos.

Multiculturalidade

Para abordar o tema "multiculturalidade", integrado no Projecto de Sala, resolvi criar um personagem "O Miguel"; um menino português que viajou com os pais por diferentes países. Este personagem resolveu, um dia, com a ajuda dos pais, escrever uma carta ao nosso grupo dos 5 anos, contando a sua experiência. Junto com a carta, o "Miguel" enviou um livro intitulado "O menino de todas as cores". Este livro conta a viagem, os meios de transporte que utilizou, os países que visitou e os amigos que fez em cada lugar: o Lumumba e a Sali, meninos africanos; o Alibabá, menino árabe; a Flôr de Lótus, menina chinesa e o Pêna d'Águia, o menino Índio.
A finalizar a carta, o "Miguel" prometeu fazer-nos uma visita. Assim, no passado dia 24 de Outubro visitou o nosso grupo e esteve à conversa com as crianças. Falou um pouco da sua viagem e dos amigos, mostrou fotografias de cidades e monumentos portugueses que visitou com os pais; ofereceu um mapa de Portugal, um jogo (dominó das casas típicas de alguns países) e sugeriu a construção da bandeira portuguesa.

As crianças foram receptivas a esta visita, mostraram-se sempre participativas durante a conversa, reconhecendo e comentando alguns dos lugares e países que o "Miguel" ia referindo. Quiseram mostrar ao "Miguel" uma dança que tinham ensaiado, dias antes, na aula de música, para ele aprender e dançar na sua escola.

Pediram para o "Miguel" convidar os "amigos" que conheceu e para voltar em breve.

Com esta promessa, os meninos despediram-se e ficaram à espera de notícias.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

S. Martinho

No dia 12 de Novembro, a nossa escola festejou o dia de S. Martinho. Comemos castanhas, ensaiámos uma música e recitámos poemas.

Sabem por que é que se festeja o São Martinho?
Leiam alguns dos nossos trabalhos e verão o quanto o soldado Martinho foi generoso.


Lenda de S. Martinho

Aqui estão alguns textos escolhidos pela turma para apresentar no blogue.

Quadras de S. Martinho

Com o intuito de preservarmos as nossas lendas, tradições, usos e costumes, celebrámos o S. Martinho.
Todas as actividades deste dia foram orientadas nesse sentido e a prová-lo estão estas simples, mas para mim deliciosas quadras, que os alunos do 3.º ano oferecem a todos quantos quiserem visitar o nosso blog.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

O Principezinho

Quando tivemos conhecimento de que estava em cena, no teatro Rivoli, uma adaptação de "O Principezinho" de Saint- Exupéry, sentimos que seria interessante levar os nossos alunos a assistir a essa representação.
Apesar de "O Principezinho" ser uma obra literária de referência, a total compreensão da riqueza do texto é difícil para as crianças da faixa etária abrangida pelo 1.º Ciclo. Por esse facto pensámos que, assistir a uma encenação da obra, tornaria mais acessível a compreensão da sua mensagem.
A excitação da ida ao teatro foi complementada com a satisfação perante o espectáculo a que assistimos. Alunos, funcionárias e professoras, todos saímos do Rivoli com a sensação de que a mensagem de Saint- Exupéry chegou a todos e da melhor forma.
Foi gratificante constatar a forte adesão dos pais a esta iniciativa (como aliás tem acontecido com muitas outras) o que contempla o espírito de colaboração Escola/ Família que a todos nos tem norteado.
Entre os trabalhos que os alunos realizaram a propósito deste espectáculo, escolhemos, para colocar neste blog, o texto que se segue: